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Veja o legado que a pandemia deixou sobre as atividades ao ar livre

Veja o legado que a pandemia deixou sobre as atividades ao ar livre

Entender o legado que a pandemia trouxe para a humanidade será um grande exercício para todos os sobreviventes e para aqueles que perderam seus entes queridos em decorrência da Covid-19. Ainda estamos enfrentando diversos desafios e aprendendo em tempo real como lidar com os índices crescentes de contaminação, a redução da qualidade de vida e do poder econômico das pessoas e as incertezas que ainda estão por vir.

No entanto, algumas estratégias estão apresentando benefícios surpreendentes para diminuir o estresse acarretado pela pandemia, bem como a taxa de sedentarismo e sobrepeso que cresce absurdamente e o aparecimento de outras complicações na saúde.

A prática de atividade física ao ar livre, principalmente nas academias a céu aberto, tem sido uma proposta vantajosa para as pessoas que ficaram impossibilitadas de se exercitarem nas academias convencionais, consideradas locais de aglomeração.

Esse cenário pandêmico também propiciou o aparecimento de novos adeptos, que estavam isolados em suas casas e agora precisam praticar exercícios físicos a fim de modificar os maus hábitos adquiridos na quarentena. A realidade atual é árdua, mas devemos ter esperança de que o legado da pandemia servirá para nos fortalecer enquanto seres humanos e propiciar um grande aprendizado.

Neste artigo, vamos falar sobre os benefícios das atividades ao ar livre — especialmente em um contexto de isolamento social —, o legado da pandemia para as práticas a céu aberto, os cuidados necessários durante essas práticas, a contribuição das experiências internacionais e como o retorno das atividades ao ar livre pode ser melhorado. Boa leitura!

Quais são os benefícios de atividades ao ar livre?

Fazer exercícios ao ar livre é uma das opções para os que preferem o convívio com outras pessoas, observar a dinâmica de um espaço público ou compartilhado e sentir as vibrações de um ambiente aberto, como uma praça.

Obviamente, existem os que preferem as academias pagas, com músicas que estimulam os frequentadores a cumprirem suas metas e o acompanhamento de professores, que ficam de plantão. No entanto, elas não podem ser comparáveis à leveza de um projeto ao ar livre.

Além do contato frequente com a natureza, os praticantes da academia ao ar livre não desembolsam nenhuma mensalidade para usufruir do espaço, podendo utilizá-la a qualquer hora do dia ou da noite.

Apesar da gratuidade, é possível observar na maioria dessas academias uma diversidade de equipamentos que ajudam no fortalecimento dos membros inferiores e superiores, além de possibilitarem a melhoria do condicionamento físico.

Vale lembrar que praticar atividade física periodicamente é comprovadamente benéfico para as pessoas, que se sentem mais dispostas em suas tarefas do cotidiano. Para os efeitos de longo prazo, observamos a redução ou eliminação de gorduras corporais indesejadas, a melhoria da qualidade do sono, o maior condicionamento físico e o controle do estresse diário.

A prática de exercícios físicos é importante para qualquer faixa etária, podendo variar de acordo com o biotipo da pessoa, trazendo também melhorias significativas no processamento cognitivo. As principais entidades clínicas nacionais e internacionais recomendam, pelo menos, 150 minutos de atividade física por semana, com adaptações conforme a idade e as comorbidades diagnosticadas.

Qual foi o legado que a pandemia deixou para a prática ao ar livre?

Diante da nova realidade imposta pelo distanciamento social, uso obrigatório de máscaras, restrição das atividades que provocam aglomeração e desinfecção das diversas superfícies com álcool 70%, devemos pensar em como lidar com essa situação por um longo período.

Nesse sentido, é importante readaptar as necessidades individuais com as possibilidades existentes no momento, desde com a permissão do governo para frequentar as academias ao ar livre. Sabemos que para algumas atividades, as modificações impostas pelos governantes, embasadas pelos especialistas, afetou a rotina das pessoas, que deixaram de ir às academias convencionais, por exemplo.

Afinal de contas, nessas academias o contato das pessoas nos aparelhos é frequente. Além disso, o número máximo permitido simultaneamente dentro delas foi reduzido, fazendo com que muitos frequentadores desistissem de utilizá-las. Tal quadro estimulou a busca por opções menos complexas.

Nesse contexto, as academias ao ar livre, funcionando conforme determinação dos governantes, têm sido uma opção para aqueles que não podem arcar com os custos da academia paga ou desconsideram ser vantajoso utilizar os aparelhos diante das limitações impostas.

Ao mesmo tempo, elas despertaram o interesse de alguns indivíduos que ficaram sedentários por conta do longo período de isolamento e atualmente sentem necessidade de se exercitar para não desenvolver doenças e problemas emocionais.

Podemos então afirmar que o legado que a pandemia trouxe, com certeza, foi a mudança de perspectiva do indivíduo em relação ao que ele fazia antes desse evento e o que ele poderá fazer a partir das novas recomendações sanitárias.

Notamos que a utilização das academias ao ar livre foi gradativamente aumentando, uma vez que os conhecimentos científicos a respeito da contaminação pelo coronavírus colaboraram para conferir mais segurança à população.

Quais cuidados as pessoas precisam ter durante essas práticas?

Sabendo que as academias ao ar livre são uma ótima opção para se exercitar durante a pandemia, é essencial tomar alguns cuidados para evitar a contaminação pelo novo coronavírus.

A primeira recomendação é o uso de máscara durante a prática de exercícios, de preferência fabricada com material adequado para essa finalidade. Máscaras de crochê ou material muito poroso são contraindicadas tanto durante os exercícios quanto nas demais situações, por não oferecerem uma barreira física adequada para conter as partículas virais.

Devido à pandemia do coronavírus, diversos fabricantes lançaram no mercado máscaras exclusivas para a prática da atividade física. Mas para quem não puder ou quiser obter esse produto, é possível investir também nas opções descartáveis.

As máscaras descartáveis podem ser desconfortáveis para pessoas que transpiram muito. Por isso, é importante selecionar as alternativas que mais se adaptam a cada indivíduo, para não atrapalhar a prática de atividade física.

Outra medida importante é realizar as atividades preferencialmente em horários pouco movimentados, para evitar o contato com outras pessoas e uma possível contaminação. A dica é observar o movimento das academias ao longo do dia e adaptar os horários.

Normalmente, o uso dos equipamentos é mais frequente no início da manhã ou fim da tarde. Se nesse intervalo houver pouca gente no local e alguma sombra para se proteger do sol, é interessante aproveitar esse momento para se exercitar.

Qualquer que seja o horário escolhido, o uso de álcool 70% nos aparelhos é imprescindível antes de se exercitar. Assim, é aconselhável borrifar o produto em spray nos aparelhos ou passá-lo nos equipamentos, caso a opção seja o álcool em gel.

Espalhe o item e deixo-o agir por alguns segundos, para que ocorra a desinfecção das áreas do aparelho de ginástica que ficam em contato com as partes humanas. Apesar de não ser uma recomendação específica para tempos de pandemia, use tênis e meia, bem como roupas de malhar. Além disso, hidrate-se durante a prática das atividades físicas, a fim de evitar fadiga e desidratação.

O que podemos aprender com a vivência internacional?

A experiência internacional é bastante diversificada quando o assunto é o retorno das atividades físicas ao ar livre após o período de isolamento. Entretanto, é preciso verificar o índice de contaminação de cada localidade e como os governantes estão divulgando as medidas de restrição.

Então, considerando primeiramente esse aspecto, existem países em que a prática de exercícios ao ar livre é bastante estimulada, enquanto em outros as medidas ainda impedem uma grande movimentação de pessoas em torno de academias a céu aberto.

Nos países europeus, a retomada das aulas escolares foi um importante avanço para estimular a ocupação dos espaços de convivência ao ar livre, o que aumenta a expectativa de novos frequentadores para esses locais.

Até mesmo no Brasil, existem localidades em que os governantes já liberaram parques e praças públicas, enquanto em outras ainda há restrição por conta do aumento constante de novos casos de pessoas infectadas.

Por isso, é fundamental se certificar de como está a permissão para ocupar os espaços ao ar livre, quais são as medidas sanitárias pertinentes e as recomendações para evitar o contato com outras pessoas durante o convívio social nas praças e nos parques públicos.

Outro aspecto que devemos observar na experiência internacional são as medidas efetivas que geraram resultados e aquelas que foram fracassadas para conter a pandemia. Nesse sentido, a liberação de parques e praças públicas em pequenos grupos tem contribuído com a saúde mental dos moradores.

O simples fato de sentar nas praças e nos parques, exercitar-se despretensiosamente e contemplar o céu e a natureza ajuda a aliviar o estresse e o mal-estar emocional ocasionados pela pandemia.

Como o retorno de atividades ao ar livre pode ser melhorado?

O legado que a pandemia vai deixar será muito maior que os problemas clínicos, humanísticos, econômicos, políticos e logísticos que estamos enfrentando hoje. Isso porque, daqui para frente, as pessoas terão sempre de pensar na própria saúde física e mental mais constantemente.

Por isso, é importante deixar o medo e a ansiedade que estão controlando muitos indivíduos atualmente e fazer algo que traga motivação para seguir adiante. Também é preciso ajudar os outros na medida possível.

O retorno das atividades, considerado o “novo normal”, terá sim algumas adaptações. Porém, elas serão cruciais para não nos esquecermos que algo invisível a olho nu matou milhões de pessoas ao longo de 2020.

A partir dessa percepção, temos que olhar adiante para retomar as atividades cotidianas, com os cuidados adequados com a situação, sem perder o otimismo e a esperança de que dias melhores chegarão.

Um dos pontos positivos dessa pandemia foram as modificações em vários aspectos da vida das pessoas. As relações trabalhistas, por exemplo, alteraram substancialmente, e alguns profissionais saíram ganhando com isso. Afinal, a atividade remota melhorou a qualidade de vida.

As relações sociais estão aos poucos voltando ao normal, com encontros pequenos e tímidos de amigos e familiares distantes, mantendo ainda as recomendações sanitárias para evitar a contaminação.

Da mesma maneira, as atividades físicas estão retornando gradativamente, seja nas academias pagas, seja ao ar livre, com frequentadores mais conscientes de que o exercício é mais do que essencial para manter a boa saúde física e mental.

Vale sublinhar que utilizar os aparelhos da academia ao ar livre para exercitar o corpo é uma das opções seguras hoje em dia, desde que com as devidas precauções para que o indivíduo retome aos poucos o condicionamento físico.

Para aqueles que ficaram muito tempo sem se exercitar, é preciso ter cautela, fazendo poucas repetições e pausando sempre que possível para não sobrecarregar os músculos. Essas recomendações se aplicam também aos iniciantes nos aparelhos de academia ao ar livre que decidiram movimentar o corpo mais perto da natureza e do convívio com outras pessoas.

Algumas pessoas sentiram bastante a perda do convívio com amigos e da força muscular, consequência de horas a fio sentadas em frente à televisão ou trabalhando no computador. Inclusive, muitas restringiram completamente a atividade física durante a quarentena.

Sabemos que as consequências são grandes e ainda não terminaram. Mas é tempo de olhar para si, analisar o que pode ser feito para garantir saúde física e o bem-estar emocional e como é possível dar pequenos passos rumo a uma vida normal.

Por isso, o momento atual é de análise e reflexão sobre o que devemos fazer para exercitar a mente e o corpo e como devemos nos proteger para evitar um desastre ainda maior para a comunidade. Precisamos refletir também que as comorbidades contribuíram significativamente para a piora dos pacientes com Covid, levando muitos deles à morte. Logo, manter-se saudável é uma condição essencial para superar essa pandemia.

O legado que a pandemia nos deixou será de grande valia para o nosso crescimento. Se por um lado ela trouxe restrições e recomendações sanitárias importantes, por outro demonstrou que é possível se adaptar à nova realidade sem deixar o otimismo e a positividade de lado. Além disso, a retomada das atividades no cenário do “novo normal” incentivou a prática de atividades físicas nas academias ao ar livre, garantindo saúde e bem-estar aos frequentadores novos e aos mais antigos.

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